Minha prática integra psicologia clinica e antropologia filosófica para compreender a pessoa em sua totalidade: crenças, heranças , impulsos, desejos conflitantes, escolhas, e possibilidades do destino.
Destino, aqui, não é determinismo. É o campo onde a vida acontece: o encontro entre necessidade, liberdade e narrativa pessoal.
O sofrimento não é reduzido apenas a um sintoma. Ele pode revelar uma personalidade em processo de reorganização, amadurecimento e busca de sentido.
O objetivo é compreender a origem dos sintomas sem reduzir a pessoa ao seu estado emocional.
Quando necessário, o processo terapêutico se integra a outras especialidades, como psiquiatria, medicina, psicologia e nutrição, compondo um cuidado integral entre corpo e alma.
Identificar
Reconhecer condicionamentos, impulsos, automatismos e padrões repetitivos que passaram a atuar de forma desproporcional na vida.
A cada situação incômoda trazida pelo paciente, o processo retorna a seis movimentos:
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Elaborar
IDENTIFICAR - ELABORAR - INTEGRAR
TRANSCENDER - PARTICIPAR - DESCANSAR:
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Compreender sofrimentos, vínculos e experiências, dando a cada realidade sua devida proporção e significado.
Integrar
Reunir partes fragmentadas da personalidade em uma unidade mais consciente, articulando passado, presente e futuro.
Transcender
Ampliar a consciência para além dos condicionamentos de origem, permitindo que a personalidade seja lapidada por referências mais altas.
Participar
Restaurar a capacidade de vínculo com o outro, com a realidade, com a comunidade humana e com a dimensão transcendente da existência.
Descansar
Experimentar a paz que nasce da unidade interior, da realização vocacional e da reconciliação consigo mesmo.